Durante anos, eu vi de perto uma cena que se repete. Gente que serve, que lidera, que está em todo culto, que todo mundo admira. E que, quando fecha a porta de casa, desmorona.
Não por falta de oração, nem por falta de fé. Mas porque aprendeu cedo que não podia não “estar bem”.
Quanto mais eu pregava, aconselhava e escrevia sobre isso, mais eu enxergava um padrão. A dor que a pessoa não mostra é justamente a que manda na vida dela. Ela escolhe as reações, as relações, o jeito de amar e o jeito de fugir.
E eu entendi uma coisa que mudou a forma como eu ensino. Deus trata o que a gente mostra, não o que a gente esconde.
A mentira mais perigosa não é a que você conta. É a verdade que você nunca teve coragem de dizer.
Essa imersão nasceu disso. Juntei o que a Palavra ensina sobre as feridas da alma num caminho de dois dias, com começo, meio e fim, para que você não saia só emocionado, mas sabendo o que fazer com o que sente.
Diego Menin